Por: Gláucia Souza

Para muitas pessoas, o medo é sinal de fraqueza, mas na verdade, é uma reação involuntária e natural, com o qual o ser humano convive ao longo de vários momentos de sua vida.

É um sentimento que pode ser desencadeado quando menos esperamos, onde nossa mente desbloqueia involuntariamente sensações que estimulam a produção de substâncias que aumentam o batimento cardíaco, acelera a respiração e rigidez muscular, resultando nas conhecidas reações de proteção, luta e/ou fuga, afinal, o medo está associado ao instinto de sobrevivência.

O medo também trás limites, ou seja, sem essa emoção, faríamos qualquer coisa sem pensar nas consequências, portanto, é um ponto de discernimento entre ser cauteloso e impetuoso.

Nosso organismo somatiza diferentes formas de medo de acordo com a intensidade. Os tipos e níveis de medo, podem ir desde uma ligeira ansiedade ou desconforto até o pavor total.

No momento que o medo passa a ser patológico pode afetar profundamente o físico, o psicológico e o social, tornando-se uma fobia.

As fobias, como já citado aqui, não tem explicação aparente para começar, podem aparecer por várias situações.

Além das fobias, existe uma série de doenças que tem a reação exagerada de alerta, entre elas… O Transtorno de Pânico, o Transtorno de Estresse Pós-Traumático, Anorexia, Bulimia e outros transtornos em que o medo está ligado às mudanças no corpo.

Cuide Si, procure sempre um especialista.