No artigo de hoje, falarei sobre as famosas carências que englobam os doces, e o porquê muitas pessoas consomem para substituir uma falta, quer seja física ou mental.

Ao contrário do que pensam, substituir alterações de humor ou insatisfações por doces, não pode ser algo normal, pois são ricos em açúcar, alimentos gordurosos, e facilitam o aumento das substâncias pró-inflamatórias, fortalecendo a chance de aumentar depressões.

A ansiedade também pode resultar em estados depressivos, pois as pessoas que comem doces para acalmarem-se, muitas vezes não têm a noção que o efeito pode ser contrário.

A compulsividade por doces está associada a desequilíbrios psíquicos e orgânicos, segundo especialistas em nutrição.

É tão forte a necessidade de comer doces, que pode ser comparada a dependência do álcool ou drogas, portanto, geralmente é consumido para compensar estados emocionais, e com o tempo, o aumento de peso ou problemas de saúde é visível.

Há muitas pessoas com transtornos alimentares que sofrem de depressão ou ansiedade, descompensando a noradrenalina e serotonina, ou seja, dois dos neurotransmissores responsáveis pela comunicação entre os neurónios, e consequentemente causam uma disfunção alimentar ligada a distúrbios psiquiátricos.

E isso pode com o tempo, afetar a vida pessoal e profissional.

 A serotonina também interfere no estado de humor e na sonolência, temos que ter atenção que quando há uma diminuição dessa substância no cérebro, a pessoa pode sentir necessidade de ingerir açúcar.

É importante, ter consciência do quanto consome de doces, e seu verdadeiro estado de saúde, prazer gastronómico não deve ser seguido de doenças.

A alimentação adequada deve ter em média, 55% de Carboidratos, 30% de gorduras e 15%de Proteínas, mas cada pessoa deve ser avaliada por um especialista.

Cuide Si.

Texto de Gláucia Souza