Desde abril de 2019, os 17 concelhos da AMP têm em vigor um passe único dentro dos municípios com as variantes Andante Metropolitano e Andante Municipal, de 40 e 30 euros mensais, respetivamente.

Com o intuito de “reforçar o apoio aos agregados familiares” face ao aumento dos custos dos transportes, os preços dos passes sociais vão manter-se em 2022, tal como anunciou no passado dia 30 de novembro esta entidade.

O presidente da AMP, Eduardo Rodrigues, numa nota de imprensa enviada hoje às redações afirma que esta é uma medida de “extrema importância para as famílias já tão esmagadas com os aumentos generalizados, que se vão agravar no próximo ano.”

Esta medida foi tomada por esta entidade para “reforçar o apoio aos agregados familiares”, ao colmatar a subida dos custos dos transportes numa altura em que a conjuntura económica resulta num agravamento dos preços dos produtos e bens.

A manutenção dos preços dos passes sociais é também uma forma de “reforçar a importância dos transportes públicos e incentivar a sua utilização como forma pioneira de deslocação pelos cidadãos”, acrescentou o Presidente da Câmara de Gaia.

Este sistema abrange todos os operadores de transportes públicos nesta área metropolitana, assim como as taxas de desconto dos tarifários sociais existentes de 25%,50%,60%, que se vão manter inalteradas.

“Até três zonas, o passe social tem um custo de 22,50 euros, o Passe Social+ de 15 euros, e o de Reformado de 22,50 euros. No caso do passe metropolitano, o passe social fixa-se nos 30 euros, o Passe Social + nos 20 euros e o de Reformado nos 30 euros”, adiantou a AMP.

O valor mantém-se nos 12 euros para os Estudantes do Ensino Superior que beneficiem de Ação Social Direta, no que diz respeito ao passe concelhio em 16 euros pela assinatura mensal metropolitana”.

Fonte: Lusa e Jornal Público