Decorreu, hoje, na Casa da Música a apresentação do projeto Holograma da Casa na Área Metropolitana do Porto, uma parceria entre a Área Metropolitana do Porto (AMP), os 17 Municípios que a integram e a Fundação Casa da Música.

Trata-se de uma iniciativa de intervenção social que pretende estender a Casa da Música a cada um dos 17 Municípios da AMP. O Holograma é um projeto que se irá desenvolver durante dois anos e pretende alcançar o público em geral, possibilitando-lhe experiências musicais com raiz pedagógica e educativa, mas, principalmente, ir ao encontro das pessoas que mais cuidados carecem.

O projeto Holograma tem um orçamento de 1.127.058,82 €, sendo integralmente financiado pelo Fundo Social Europeu e Orçamento do Estado, através do Programa Operacional Regional do Norte (NORTE 2020), Linha “Cultura para Todos”, gerido pela CCDR-N.

A apresentação do projeto contou com a presença da vice-presidente da Área Metropolitana do Porto, Margarida Belém, do Presidente do Conselho de Administração da Fundação Casa da Música, Rui Amorim de Sousa, e do Diretor Artístico e de Educação da Casa da Música, António Jorge Pacheco.

São propósitos maiores do projeto “Holograma da Casa na Área Metropolitana do Porto” abrir a programação da Casa da Música, nos 17 Municípios da Área Metropolitana do Porto, a públicos sem práticas culturais, criando momentos emotivos que os vinculem à música mais erudita, através do acesso a uma programação muito variada e especialmente concebida para o feito. 

O “Holograma”, a desenvolver durante dois anos, pretende alcançar o público em geral, possibilitando-lhe experiências musicais com raiz pedagógica e educativa, mas, principalmente, ir ao encontro das pessoas que mais cuidados carecem. 

A Fundação Casa da Música é responsável por uma programação especialmente dedicada a cada Município, sendo todas as edições distintas, incluindo propostas diferenciadas, direcionadas para diferentes tipos de população e de público, de acordo com a intenção do Município. As intervenções municipais têm como objetivo a apresentação pública de uma programação desenhada em colaboração com os próprios Municípios, concentrando-se em 4 dias consecutivos, de Quinta a Domingo. O ponto alto da programação será o projeto comunitário, trabalhado no seio de comunidades carenciadas, com quem serão desenvolvidos projetos artísticos especialmente criados para ultrapassar debilidades e constrangimentos.

O nome “Holograma” remete para a presença virtual da Casa em cada um destes 17 concelhos, onde serão realizadas 34 intervenções, duas por município. Os espetáculos resultantes dos projetos a desenvolver com as comunidades têm uma preparação de cerca de três meses.

Foto: Margarida Belém