Testemunho do Agrupamento 1302-Rossas

“Muitas pessoas devem a grandeza de suas vidas aos problemas que tiveram de vencer”. BP

O Agrupamento de Escuteiros 1302-Rossas faz parte do Corpo Nacional de Escutas, Escutismo Católico Português (CNE), inserido num movimento juvenil mundial, educacional, voluntariado, apartidário e sem fins lucrativos, destinado à formação integral de jovens, com base no método criado por Robert Baden-Powell. O método assenta num sistema de valores baseados no compromisso (Promessa Escutista), no trabalho de equipa e vida ao ar livre. Após quatro anos de formação e de estágio das chefias o agrupamento abriu oficialmente a 3 de junho de 2007. Ao longo destes 14 anos o grupo tem crescido, estando o efetivo próximo dos 120 elementos, acolhendo crianças e jovens entre os 6 e os 22 anos de idade e 17 dirigentes, de diversas freguesias do Concelho de Arouca. Atualmente, o agrupamento desenvolve as suas atividades na sede construída nos terrenos cedidos pela Paróquia de Rossas. Nas imediações da sede está a ser criado um espaço para acolhimento, em regime de acampamento ou acantonamento, de outros agrupamentos que visitem a região, no âmbito das suas atividades escutistas. 

A ação principal do escutismo através do método escutista é promover o crescimento de cada jovem tornando-o um exemplo de fraternidade, lealdade, companheirismo, altruísmo, responsabilidade, respeito e disciplina e, claro, com o sentido de serviço. “Ao implantar este projeto acreditamos que poderíamos incutir nas crianças e adolescentes um espírito de camaradagem, com uma dinâmica pastoral renovada, motivando-os para uma cidadania ativa”, explica António Almeida, porta voz do agrupamento 1302-Rossas.

Ao longo dos seus 14 anos de existência o agrupamento de Rossas conseguiu participar em várias viagens, atividades e eventos nacionais e internacionais. António Almeida destacou a viagem que fizeram aos Açores, Idanha à Nova, Coimbra e ainda a Roma e Londres, assim como várias peregrinações pelos Caminhos de Santiago de Compostela. Além destas “aventuras” também participaram, nos últimos anos, num Acampamento Nacional (ACANAC), em Idanha-a-Nova, e no Torneio de Técnica Escutista-TECOREE.

António Almeida acrescentou que, “do mesmo modo, participamos no Festival de Música Escutista Nacional (FESCUT), onde ganhamos duas vezes, conseguindo trazer a edição de 2016 – XVII FESCUT, para a Arouca, onde estiveram presentes de 250 participantes vindos de todo o país. Neste âmbito, também representamos Portugal, no Festival de música em Espanha, um em Madrid e outro ano em Mérida.”.

No entanto, em março de 2020 muitas atividades, já marcadas, foram inviabilizadas devido às medidas de proteção instituídas pela DGS decorrentes da Pandemia. Os eventos presenciais foram impedidos de serem realizados, assim como as atividades de grupo., Ao longo da nossa reportagem o grupo afirmou que, “durante este período, e na medida dos possíveis, as equipas de animação desenvolveram desafios usando as plataformas digitais, por forma a envolver os associados. A manutenção das atividades, por esta via, foi importante pois permitiu manter o contacto com os escuteiros, equipas de animação e pais. Estes tempos, nem sempre foram fáceis, pois não é o formato desejável, para se criar o verdadeiro espírito de equipa, de cooperação e camaradagem.” 

*Para ler a reportagem completa consulte a nossa versão impressa já nas bancas