A consulta ao extenso documento permite verificar que as despesas do município ascenderam a €15.496.148, que é 66% do inicialmente previsto- €23.478.000. O setor Habitação e serviços coletivos foi aquele que mais absorveu; cerca de dois milhões de euros.

O “Documento de Prestação de Contas”, que contou com a abstenção dos Vereadores do PSD, Fernando Mendes e Vítor Carvalho e do CDS-PP, Pedro Vieira, refere nas suas conclusões, assinadas pela Presidente da Câmara, Margarida Belém, que “a execução global das Grandes Opções do Plano no ano da gerência atingiu a taxa de cerca de 60% em termos financeiros e a taxa de mais de 95% ao nível da execução material”. A edil refere ainda que “a autarquia não tem pagamentos em atraso e integra o grupo daquelas que apresentam o menor peso das despesas com o pessoal nas despesas totais, o melhor índice de dívida total, o menor prazo médio de pagamento e o ranking dos melhores municípios em termos de eficiência financeira” e que no ano da gerência a dívida a terceiros “reduziu, representando o saldo transitado no termo do período em análise o nível de endividamento mais baixo desde que há registo em termos de contabilidade patrimonial, isto é, desde há, pelo menos, 17 anos”.

O “Documento de Prestação de Contas” vai agora ser apresentado, discutido e votado na Assembleia Municipal que se realiza no próximo dia 26.