Com os votos contra do PSD e a abstenção do CDS foi reprovada a proposta apresentada pela Câmara que visava a fixação para 2018 da taxa de participação (em 5%) dos contribuintes arouquenses no IRS. Na prática a Câmara “perderá” uma verba próxima dos quatrocentos mil euros (segundo a projeção do Presidente da edilidade, José Artur Neves) a favor dos referidos contribuintes. Este polémico ponto originou um aceso debate que envolveu o Presidente da Mesa da Assembleia, Elísio Brandão e os deputados Afonso Portugal (PS) e Luís Silva (PSD).

Apesar das críticas dos dois partidos da oposição, as Grandes Opções do Plano (2017/2020) e o orçamento para 2017 foram aprovadas por maioria.

No Período da Ordem do Dia foram vários os assuntos debatidos. Especial realce para o abastecimento de água e os preços praticados assim como para controvérsia gerada pela cafetaria do parque.

Os deputados municipais, entre outras deliberações, aprovaram a autorização prévia aos compromissos plurianuais e o mapa de pessoal para o próximo ano. AB

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