A “missa do rio”: 25 anos de um culto diferente

A história, o significado e a importância da peculiar missa do rio, na Praia da Paradinha, foi-nos dada em entrevista, em novembro de 2014, por um dos seus mentores: o Padre José Agostinho Sousa. Então por ali podia ler-se que a ideia partiu de uns amigos: “agora que és padre, porque não celebras uma missa para nós nas margens ‘do Paiva’, tu que também gostas tanto do nosso rio?” Foram mais ou menos estas as palavras que o levaram a celebrar uma missa no ano a seguir à sua ordenação. Já lá vão 25 anos! O lugar foi variando. É verdade que tem sido muitas vezes na Paradinha, mas também já foi no Areinho, na Cabranca, no Vau… “O importante é que seja nas margens do rio Paiva. É um momento muito significativo do Verão alvarenguense, em que participam pessoas vindas um pouco de todo o lado” – disse-nos ainda aquele que é hoje o Superior Provincial e Conselho Provincial da Província Portuguesa dos Sacerdotes do Coração de Jesus/Dehonianos.

Como sempre, no passado sábado, lá esteve o Padre Agostinho a celebrar uma missa diferente. As virtualidades das redes sociais mostraram um pouco o que foi. Este ano até houve um bolo evocativo da efeméride que vai marcando a vida de uma comunidade nos mês de (quase) todos os regressos. Ou não fosse Alvarenga terra de uma gente naturalmente orgulhosa não só dos que por ali vivem mas também dos que estão longe e que consigo têm a ânsia permanente do regresso, do encontro e da partilha – algo cultivado a preceito naquele dia. Para o ano haverá mais!

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