Associação Empresarial de Cambra e Arouca reuniu em Assembleia Geral

Decorreu a 26 de março de 2018, a Assembleia Geral anual da AECA, nas instalações da sua delegação em Vale de Cambra, para apreciação e deliberação do Relatório de Contas relativo ao exercício de 2017 e apreciação do Plano de Atividades e Orçamento relativo ao ano de 2018. O Presidente da Assembleia, Vítor Carvalho, orientou os trabalhos.

Alfredo Martins, responsável pelas contas da Associação apresentou o Relatório e Contas de 2017, seguindo-se Carlos Brandão, Presidente da Direção da AECA com a apresentação das atividades desenvolvidas pela Associação durante o respetivo ano. As contas foram submetidas a votação e aprovadas por unanimidade pelos associados presentes na sessão.

O Presidente da AECA apresentou o plano de atividades para 2018, contemplando uma panóplia de atividades e ações de cooperação empresarial e territorial, dando destaque aos serviços prestados aos associados, nomeadamente protocolos com condições exclusivas e vantajosas para os associados.

Com um orçamento de novecentos e trinta e oito mil euros, a AECA apresentou um Plano de Atividades que obteve aprovação consensual dos participantes na sessão.

Uma parte significativa do orçamento vai para o projeto Comércio Investe – Projeto de Incentivo à Modernização do Comércio Tradicional a decorrer em Vale de Cambra. Destacam-se na área da formação, os projetos na modalidade de formação-ação para os setores da indústria e do turismo, no âmbito do domínio da Competitividade e Internacionalização. De relevo também o Projeto Master Export, candidatura a aguardar a aprovação no âmbito da internacionalização das PME da cadeia de valor da Metalomecânica e do Habitat, criando novos canais de exportação para países com elevado potencial para estes setores e geograficamente próximos (Espanha, França, Bélgica, Luxemburgo, Polónia) e capacitando as empresas para se apresentarem nestes mercados com bens com maior incorporação tecnológica, diferenciados e customizados.

A Diáspora Empresarial continua a ser uma das prioridades no plano de atividades da AECA com o objetivo de mostrar/divulgar o território, Arouca e Vale de Cambra, o seu património, os seus produtos e as suas empresas.

Carlos Brandão salientou ainda a parceria da AECA, em cooperação com o município de Arouca na dinamização do Centro de Incubação e Inovação Industrial (CI3), fazendo deste um polo de atração de empresas de produção de bens e serviços inovadores e transacionáveis, com propensão exportadora, promovendo o empreendedorismo de base tecnológica e a criação de emprego qualificado. A AECA terá um papel preponderante no acompanhamento e desenvolvimento das empresas ali instaladas.

No que respeita aos Municípios de Arouca e Vale de Cambra, a AECA continuará a conjugar esforços e dará continuidade às atividades conjuntas, promovidas no âmbito das políticas dinâmicas de desenvolvimento da região.

O Presidente da AECA terminou a sua intervenção dando conta das suas preocupações com as vias de comunicação, a falta de expetativas para a concretização da conclusão da variante Arouca-Feira, o estado atual da EN 224-1, Chão de Ave – Carregosa que praticamente bloqueia diariamente na Zona do Cardeal (Carregosa) sempre que vem um pesado em cada sentido e que poderia ser facilmente resolvida com o alargamento de 3 ou 4 curvas, permitindo a passagem dos pesados livremente, sem terem de andar a fazer manobras perigosas, pondo em risco todos os outros milhares de automobilistas que por ali passam diariamente.

A situação do piso da EN 227 constitui também uma preocupação para os empresários, porque a sua degradação acelerada, muito mais com as últimas “chuvadas”, colocam em risco todos os milhares de veículos que diariamente lá passam provenientes ou tendo como destino Vale de Cambra e/ou Arouca .

Algo terá de ser feito a curto prazo, tendo a AECA como objetivo reunir em breve com os 3 Municípios (Arouca, Vale de Cambra e Oliveira de Azeméis) e com o IP (Infra-estruturas de Portugal) no sentido de tentar encontrar soluções conjuntas por forma a minorar o atual estado de degradação das vias existentes.

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