Dia Vicarial da Liturgia

Realizou-se na tarde do dia 30 de abril, no santuário de Santo António, em Vale de Cambra, o 1º dia vicarial da liturgia que reuniu, em tarde de formação, muitos dos agentes que desempenham os diversos serviços litúrgicos, na Vigararia de Arouca-Vale de Cambra.

Depois das palavras de receção e acolhimento a todas os participantes, proferidas pelo assessor vicarial da liturgia, Pe. José Joaquim, da paróquia de Carregosa, este resumiu os objetivos da tarde formativa no slogan: formar para celebrar.

E como o objectivo do dia vicarial da liturgia era mesmo formar passou-se, de imediato, à constituição de 5 grupos, de acordo com os diversos serviços litúrgicos, cada um deles acompanhado do respectivo formador.

Do grupo dos leitores encarregou-se Joaquim Marçal. Os ministros extraordinários da comunhão e os animadores das assembleias dominicais, na ausência do presbítero, estiveram a cargo do diácono Álvaro Chaves. Os acólitos foram orientados pelo pe. José Emanuel Pereira e as zeladoras dos altares, comissões de capelas e sacristães, pelo diácono António Avelino. Os coralistas dos diversos coros das comunidades paroquiais foram, simultaneamente, formados e ensaiados pelo Dr. Emanuel Pacheco.

A tarde de formação culminou com a celebração da Eucaristia que foi presidida por D. António Augusto Azevedo acompanhado por diversos presbíteros e diáconos desta Vigararia.

Cuidadosamente preparada pelos diversos serviços litúrgicos esta Celebração do III Domingo pascal foi brilhantemente animada pelo numeroso coro dirigido por Emanuel Pacheco e acompanhado de um pequeno instrumental.

Antes da bênção final o Pe. José Manuel Araújo, Vigário e anfitrião deste encontro, agradeceu a presença do senhor Bispo, bem como dos diversos presbíteros e diáconos da Vigararia, como sinal de comunhão eclesial. Felicitou ainda o assessor vigarial da liturgia pela concretização da iniciativa e agradeceu aos diversos animadores o contributo para que todos os diversos agentes litúrgicos da vigararia tomassem consciência da importância e da necessidade do “formar para celebrar”.

José Cerca

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