Conferência “O Cancro e a Crise Económica e Social” trouxe médico do IPO a Arouca

Participaram na conferência cerca de meia centena de pessoas | Foto: Carlos Pinho

Na passada sexta-feira, dia 20 de janeiro, o cancro foi o mote para uma tertúlia que decorreu na Casa dos Doces Conventuais, em Arouca. Cerca de meia centena de pessoas partilharam histórias, experiências e dúvidas na conferência “O Cancro e a Crise Económica e Social”, que contou com a participação do cirurgião chefe de serviço do Instituto Português de Oncologia do Porto, Diamantino Gomes.

Na sua apresentação, Diamantino Gomes defendeu que “o Serviço Nacional de Saúde está bem implementado e funciona bem” e afirmou que quanto mais cedo for detetado o cancro, mais probabilidade de cura tem. Falou ainda sobre os tipos de cancro com taxas de cura mais elevadas, como é exemplo o cancro da mama e da tiróide.

Depois de fazer a apresentação sobre a doença e tratamentos e comentar o Sistema Nacional de Saúde em geral, o médico do IPO respondeu às questões da audiência presente. Marcaram presença alguns doentes oncológicos da Associação de Doentes Oncológicos de Arouca, que colocaram algumas perguntas, nomeadamente sobre a necessidade de doentes oncológicos, muitas vezes debilitados, terem de se deslocar a juntas médicas.

Estiveram também presentes na conferência Margarida Belém, vice-presidente da Câmara Municipal, a presidente da Associação dos Rotários, Luísa Soares e o presidente da Associação de Doentes Oncológicos, José Paulo Oliveira.

Esta foi uma iniciativa organizada pelo Rotary Club de Arouca com o apoio da Associação de Doentes Oncológicos de Arouca.

Texto de Andreia Borges

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