Escolas arouquenses e valecambrense sobem no ranking

Escola Secundária de Arouca | Foto: Pedro Santos

No passado dia 17 de dezembro foram apresentados e amplamente divulgados em rankings elaborados pela comunicação social, os resultados das médias em 2016 nas várias escolas públicas e privadas do país. Tal como vem sendo hábito, as escolas privadas ocupam os primeiros lugares da lista em todos os anos. Também as escolas arouquenses e valecambrenses subiram várias posições relativamente ao ano anterior.

Com base nos resultados apresentados pelo jornal Público, para o Secundário, a Escola Secundária de Arouca ocupa o 185º lugar (em 2015 ocupava a 296º posição) e a média é de 10,75; a Escola Básica e Secundária do Búzio (Vale de Cambra) ocupa a 168º posição (subiu de 327º no ano passado) com uma média de 10,83; a Escola Básica e Secundária de Escariz (Arouca) ficou-se pela 468º posição (ocupava o 524º em 2015) com a média de 9,52.

No ranking do ensino secundário, que apresenta um universo de 590 escolas, foram contabilizados os oito exames com mais alunos inscritos; três exames do 12º ano (Português, Matemática A e História A) e cinco exames do 11º ano (Física e Química A, Biologia e Geologia, Geografia A, Matemática Aplicada às Ciências Sociais e Filosofia).

Ainda de acordo com o mesmo ranking, mas para as médias dos exames do 9º ano, a Escola Básica e Secundária de Escariz ficou em 321º (subiu de 452º no ano passado); a Escola Básica e Secundária de Arouca ficou em 765º lugar (baixou de 736º) e a Escola Básica e Secundária do Búzio posicionou-se na 331º posição (subiu de 505º do ano anterior).

No ranking do ensino básico, onde estão inseridas 1218 escolas, são analisadas as provas do 9º ano de Português e Matemática.

Os dois estabelecimentos de ensino de Arouca estão inseridos ainda no “Contexto 1” (menos favorecido de três) que tem em consideração dois fatores: a percentagem de alunos sem ação social escolar e a habilitação média escolar dos pais. Já a Escola Básica e Secundária do Búzio integra o “Contexto 2”.

Texto de Andreia Borges

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