A Depressão e a Musicoterapia – Liberdade!

Entre tantas descompensações emocionais e neurológicas que alteram nossa estabilidade, podem citar um depressão.

Sendo importante a observação por parte dos pais e educadores. A diminuição de serotonina e endorfina, hormônios responsáveis ​​pelo prazer e bem estar, ajudam a depressão, essa baixa pode ser por várias razões. Alguns dos problemas são: falta de interesse em qualquer atividade, angústia, medo da ausência do pais, isolamento ou mesmo mudanças radicais nas fases do sono. E para voltar ao ritmo de um dia, umas férias, o artigo escolhido faz todo o sentido, para uma única técnica livre de procedimento, mas que colabora muito para o despertar dos sentidos. Pesquisas relacionadas com a música, as pessoas conseguem desenvolver uma capacidade expressiva, combatendo distúrbios emocionais e comportamentais. Então, é uma música que é “tão leve” e libertadora, a quem se deixa levar. Com resultados plausivelmente visíveis, tem sido cada vez mais sugerido por especialistas. Além dos medicamentos convencionais prescritos por psiquiatras, hoje, a musicoterapia é procurada por muitos, analisa os resultados eo efeito da música sobre como pessoas, por ele ou por melodias, sons ou instrumentos musicais. O tratamento é seguido de acordo com a ISO (Identidade Sonora), onde é feito um historial do paciente, com pensamentos direcionados como suas emoções, familiares, lembranças, o que uma mãe costumava ouvir durante uma gestação, conhecimento musical e outras questões dentro deste Contexto O segundo passo, é usar instrumentos, Filhos e músicas para analisar uma reação do paciente através de seus estímulos. O objetivo da Musicoterapia, é melhorar uma autoestima, uma interação social e por consequência, A redução na depressão. Diversas doenças podem ser tratadas pela Musicoterapia, Parkinson, Alzheimer, Depressão, Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDHA), redução da dor, entre outras. A Musicoterapia não é indicada para pessoas que possuem Epilepsia Musicogênica. Há pacientes que conseguiram encontrar o seu eixo, apenas com uma música, para o cérebro, reconhece os diferentes timbres, ritmos e vibrações que como músicas produzem. É muito importante ressaltar, que este método é indicado como técnica complementar em casos crónicos. “Segundo uma conversa informal, apos um show na Casa da Musica, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDHA), redução da dor, entre outras. A Musicoterapia não é indicada para pessoas que possuem Epilepsia Musicogênica. Há pacientes que conseguiram encontrar o seu eixo, apenas com uma música, para o cérebro, reconhece os diferentes timbres, ritmos e vibrações que como músicas produzem. É muito importante ressaltar, que este método é indicado como técnica complementar em casos crónicos. “Segundo uma conversa informal, apos um show na Casa da Musica, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDHA), redução da dor, entre outras. A Musicoterapia não é indicada para pessoas que possuem Epilepsia Musicogênica. Há pacientes que conseguiram encontrar o seu eixo, apenas com uma música, para o cérebro, reconhece os diferentes timbres, ritmos e vibrações que como músicas produzem. É muito importante ressaltar, que este método é indicado como técnica complementar em casos crónicos. “Segundo uma conversa informal, apos um show na Casa da Musica, Que este método é indicado como técnica complementar em casos crónicos. “Segundo uma conversa informal, apos um show na Casa da Musica, Que este método é indicado como técnica complementar em casos crónicos. “Segundo uma conversa informal, apos um show na Casa da Musica,

Meu conselho de hoje, é que tentem se libertar das “amarras”, cantem, dancem e vivam!

Drª Gláucia Souza

Colunista – Consultora

Palestrante – Formadora

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